A CNBB e o Exército se mobilizaram para barrar a discussão do projeto que torna crime os atos homofóbicos, de agressão e rejeição a homossexuais. Cardeais telefonaram para o presidente do Senado, José Sarney, que acionou o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), evangélico. “Sarney me ligou e disse: “Fica de olho”. Pediu que eu acompanhasse o assunto com atenção”, diz Crivella. Que recebeu ligação também do comando do Exército, preocupado com a obrigação de aceitarem homossexuais em seus quadros.
Fonte: Romildo Queiroz




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